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Ristow Ginecologia e Obstetrícia · Dr. José Ricardo Ristow
DIU

DIU de cobre ou hormonal: o que cada um faz com a sua menstruação

O DIU hormonal costuma diminuir a menstruação e o de cobre costuma aumentar. Explico em palavras simples como eu ajudo a escolher entre os dois.

Dr. José Ricardo W. Ristow

Escrito e revisado por Dr. José Ricardo W. Ristow

CRM-SP 206.100 · MÉDICO · Ginecologista e Obstetra · RQE 114.593

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Revisado em · 14 min de leitura

Qual é a diferença, em uma frase?

A grande diferença entre o DIU de cobre e o hormonal está na menstruação: o hormonal costuma deixá-la bem mais fraca, e o de cobre costuma deixá-la mais forte e mais longa. Para evitar gravidez, os dois funcionam muito bem.

Por isso, quando alguém me pede ajuda para escolher, a minha primeira pergunta não é sobre contracepção. É sobre a sua menstruação hoje e o que você gostaria que acontecesse com ela.

Como o de cobre funciona

O DIU de cobre não tem hormônio. O cobre deixa o ambiente dentro do útero ruim para os espermatozoides. Você continua ovulando e menstruando como antes, sem mudança hormonal.

O lado ruim é que ele costuma aumentar a menstruação. Num estudo, a menstruação passou a durar mais de um dia a mais, e o volume aumentou um pouco mais da metade ao longo de um ano.

Como o hormonal funciona

O DIU hormonal solta uma quantidade pequena de hormônio direto dentro do útero. A camada interna fica fina, e por isso o fluxo diminui bastante. Em parte das mulheres, a menstruação para. Isso é esperado e não faz mal.

Lado a lado

Hormonal Cobre
Tem hormônio? Sim, pouco e dentro do útero Não
Menstruação Diminui, às vezes para Aumenta
Cólica Costuma melhorar Costuma piorar no começo
Ajuda em menstruação muito forte? Sim Não, pode piorar
Quanto tempo dura Estudado por 8 anos Estudado por mais de 10 anos

Para quem cada um costuma servir

O hormonal costuma ser a escolha de quem tem menstruação forte, cólica intensa ou prefere menstruar pouco. Em mulheres com menstruação muito forte, a melhora costuma vir já no primeiro mês. Quando esse sangramento vem de mioma, o hormonal passou a ser oferecido também na rede pública para esse tratamento.

O de cobre costuma ser a escolha de quem não quer ou não pode usar hormônio e prefere manter o ciclo natural. Se você já tem menstruação forte ou falta de ferro, o de cobre geralmente não é a minha primeira sugestão.

Se você já teve câncer de mama, ou tem casos na família, me conte logo no começo. Nessa situação a escolha segue critérios médicos específicos.

Como eu ajudo a decidir

Primeiro conversamos sobre a sua menstruação: quantos dias dura, quanto sangra, se tem cólica. Depois peço um ultrassom, que mostra o formato do útero e se há mioma ou pólipo. Um mioma que ocupa o lado de dentro do útero pode mudar a escolha.

A colocação é igual para os dois e leva poucos minutos. Eu coloco no consultório e também no hospital, com sedação. Pelo plano de saúde, a colocação é feita somente no hospital, com sedação.

Os primeiros meses

Com o hormonal, é comum ter escapes, aquele sangue fora de hora, nos três a seis primeiros meses. Depois o fluxo diminui. Com o de cobre, a menstruação vem mais forte e mais longa, e com o tempo se acomoda num padrão novo.

Problemas sérios são raros nos dois. Procure atendimento sem esperar o retorno se tiver febre, dor que piora, corrimento com cheiro forte ou sangramento muito volumoso.

Perguntas frequentes

O de cobre vai me deixar anêmica? Ele aumenta a menstruação. Se você já tem fluxo forte ou falta de ferro, vale escolher o outro.

O hormonal engorda ou dá espinha? A quantidade de hormônio que circula é pequena. Se aparecer alguma queixa, a gente avalia com calma, sem culpar nem descartar o DIU de cara.

Tenho mioma. Posso usar? Depende de onde ele está. O ultrassom mostra.

Dá para trocar de um para o outro? Dá. A troca segue o mesmo caminho da colocação: no consultório ou no hospital, com sedação. Pelo plano, somente no hospital.

Algum protege contra infecção sexual? Nenhum. Para isso, continua valendo a camisinha.

Se quiser conversar sobre qual dos dois faz mais sentido para você, me chame no WhatsApp (11) 93371-4477.

Quer o detalhe? O mesmo assunto com os estudos, os números e as fontes.
Versão completa

Para quem quer o detalhe técnico, com as referências numeradas no fim.

Por onde eu começo essa conversa

A principal diferença entre o DIU de cobre e o hormonal, na prática, está na menstruação: o hormonal tende a reduzir bastante o fluxo, e o de cobre tende a deixá-lo mais volumoso e mais longo. Quando alguém me pede ajuda para escolher, eu raramente começo pela eficácia, porque a Organização Mundial da Saúde, nos seus critérios de elegibilidade, coloca os dois no grupo de contracepção de maior eficácia. Começo perguntando como é a sua menstruação hoje e o que você gostaria que acontecesse com ela.

Depois dessa pergunta vêm outras duas: se existe alguma condição de saúde que restrinja o uso de hormônio no seu caso, e por quanto tempo você quer ficar sem pensar em contracepção. Com essas três respostas, a escolha costuma ficar clara. O restante deste texto detalha cada ponto.

Como o cobre impede a gravidez sem mexer nos seus hormônios

O DIU de cobre age pelo próprio metal. O cobre que se solta dentro da cavidade cria um meio em que o espermatozoide não consegue sobreviver nem chegar ao óvulo. Nada muda no seu eixo hormonal: você continua ovulando, menstruando e percebendo as variações do ciclo.

O efeito colateral nasce do mesmo mecanismo. A reação local no endométrio aumenta o sangramento. No estudo de Milsom e colaboradores (1995), que mediu a perda de sangue pelo método da hematina alcalina, a duração média da menstruação passou de 4,8 para 6,1 dias e a perda menstrual aumentou por volta de 55% ao longo de doze meses. Nesse grupo pequeno, os estoques de ferro não mudaram. Outras séries descrevem queda de ferritina em usuárias de cobre, e o ponto segue em discussão.

Como o hormonal age quase só dentro do útero

O DIU hormonal, ou sistema intrauterino de levonorgestrel, libera uma quantidade pequena de progestágeno diretamente na cavidade. Quase todo o efeito acontece ali mesmo: a camada interna do útero afina e reage pouco, e o colo passa a produzir um muco mais grosso. É esse endométrio fino que explica a redução do fluxo e, em parte das usuárias, a ausência de menstruação, que eu detalho em sem menstruar com DIU hormonal.

Lado a lado: o que pesa na escolha

Ponto DIU hormonal (levonorgestrel 52 mg) DIU de cobre
Hormônio Progestágeno liberado dentro do útero, ação predominantemente local Nenhum
Efeito esperado no fluxo Redução importante; ausência de menstruação em parte das usuárias Aumento do volume e da duração
Trata sangramento intenso? Sim, é uma das opções estudadas (Cochrane, 2020) Não, tende a piorar o quadro
Duração com dados publicados 8 anos de uso contínuo em dois estudos independentes (Creinin et al., 2022; Jensen et al., 2022) Sem gestações relatadas no uso prolongado nos anos 8 a 11, 8 a 12 e 11 a 16 (Guilbert et al., 2025)
Cólica menstrual Costuma diminuir junto com o fluxo Costuma aumentar, sobretudo nos primeiros meses
Perfil que costuma preferir Fluxo intenso, cólica forte ou desejo de menstruar pouco Quem não quer ou não pode usar hormônio, ou prefere manter o ciclo natural
Pede avaliação específica História pessoal de câncer de mama (OMS, 6ª edição, 2025; posicionamento FEBRASGO nº 2/2026) Anemia por falta de ferro já instalada ou fluxo já intenso antes do DIU

A linha da duração pede um cuidado de leitura. Os estudos de oito anos com o sistema de levonorgestrel e a revisão de uso prolongado do cobre mostram o que acontece quando o dispositivo permanece além do prazo habitual, e isso ajuda quem perdeu a data da troca. Ainda assim, o prazo que vale para você é o da bula do dispositivo que foi colocado, e é esse que eu registro e combino na consulta. Se a sua ideia é engravidar em poucos anos, a duração longa pesa menos na escolha, porque a retirada pode ser feita quando você decidir.

E se o meu problema é sangramento intenso?

Nesse cenário, o DIU hormonal deixa de ser só contraceptivo e passa a ser tratamento. A revisão Cochrane de Bofill Rodriguez e colaboradores (2020) reuniu a evidência dos sistemas intrauterinos liberadores de progestágeno para o sangramento menstrual aumentado. A resposta costuma vir cedo: numa coorte de 1.513 mulheres com o sistema de 52 mg, 112 das 150 que tinham fluxo intenso antes da colocação já não o relatavam ao fim do primeiro ciclo (Chen et al., 2020). Ele divide essa indicação com outras opções, como o ácido tranexâmico e a ablação do endométrio, e eu apresento as alternativas na consulta.

Quando o sangramento intenso vem de mioma, a indicação ganhou peso de política pública. A Portaria SCTIE/MS nº 7, de 8 de janeiro de 2026, que tornou público o Relatório de Recomendação nº 1.066 da Conitec, incorporou o dispositivo de levonorgestrel ao Sistema Único de Saúde para mulheres em idade reprodutiva com leiomioma e sangramento intenso, elegíveis à terapia hormonal. A FEBRASGO registrou a decisão na Femina (Soares Júnior et al., 2025).

E se eu tenho história de câncer de mama?

Essa é a situação em que a escolha não pode ser feita por preferência. Eu me oriento pela 6ª edição (2025) dos critérios médicos de elegibilidade da OMS e pelo posicionamento específico da FEBRASGO sobre o assunto, publicado em 2026 (Nadai et al., Femina). Se o câncer de mama faz parte da sua história ou da história da sua família, traga isso para a consulta logo no começo.

Como eu chego à indicação no consultório

Depois da conversa sobre o seu padrão menstrual, em dias e em intensidade, peço o ultrassom transvaginal. Ele mostra o tamanho e o formato da cavidade, a posição do útero e a presença de mioma ou pólipo. Se houver mioma alterando o formato da cavidade, a indicação é revista, já que ele atrapalha o encaixe do dispositivo e aumenta a chance de expulsão.

Os dois tipos são colocados da mesma forma, em poucos minutos: uma pinça alinha o colo, e um aplicador fino deixa o dispositivo no fundo do útero. Eu faço a colocação no consultório e também no hospital, com sedação; quando é pelo plano de saúde, ela é feita somente no hospital, com sedação. O que dói e o que reduz a dor com evidência estão em dor ao colocar DIU.

Os primeiros meses com cada um

Conhecer o calendário da adaptação evita retirar o dispositivo por algo que ia passar.

Período DIU hormonal DIU de cobre
Primeiras horas Cólica que cede em minutos a poucas horas Igual
Meses 1 a 3 Escapes e sangramento irregular são comuns Fluxo mais volumoso e mais longo
Meses 3 a 6 Padrão começa a estabilizar, com fluxo menor O aumento tende a se acomodar num novo padrão
Depois do sexto mês Fluxo reduzido, escapes raros, ausência de menstruação em parte das usuárias Ciclo mantido, em geral mais volumoso que antes
Retirada Volta do ciclo anterior, em geral rápida Volta do ciclo anterior

Complicações existem nos dois e são pouco frequentes. Entre as 1.751 participantes acompanhadas por Creinin e colaboradores (2022), o maior seguimento já publicado do sistema de 52 mg, as taxas ao longo de todo o estudo foram de 0,1% para perfuração uterina, 0,9% para infecção pélvica e 4,1% para expulsão. No cobre, a revisão de Guilbert e colaboradores (2025) mostra que a chance de expulsão continua presente mesmo com o uso prolongado. Se aparecer febre, dor pélvica cada vez mais forte, corrimento com mau cheiro ou sangramento muito intenso, procure avaliação antes da data do retorno.

Para quem nunca teve filho, nenhum dos dois é vetado, e explico o porquê em DIU para quem nunca engravidou. A inserção consta no rol de procedimentos da ANS e, havendo indicação médica, costuma ter cobertura pelos planos de saúde; a autorização depende de cada contrato, e o pedido está descrito em relatório médico para colocar DIU.

O que levar para decidir junto comigo

A escolha fica mais segura quando chega à consulta com dados concretos, e não só com a impressão de que a menstruação “é forte” ou “é normal”. Eu peço:

  • ultrassom transvaginal recente;
  • anotação do seu ciclo, com dias de fluxo, intensidade e cólica;
  • hemograma e ferritina, se já tiver, sobretudo se o fluxo é intenso;
  • os métodos contraceptivos que você já usou e por que parou cada um;
  • história pessoal e familiar de câncer de mama;
  • a lista de medicamentos em uso.

Também sugiro que você leve as suas perguntas, porque são elas que mostram o que pesa para você. Pelo meu padrão de fluxo, qual dos dois tende a me atender melhor? O meu ultrassom mostra algo que atrapalhe o encaixe do dispositivo? O que esperar do sangramento nos primeiros seis meses? Existe alguma condição na minha história que restrinja o hormonal? Quando será o primeiro retorno e o que vamos conferir nele? E se eu não me adaptar, qual é o plano seguinte?

Com essas respostas, a decisão deixa de ser uma aposta e passa a ser uma escolha informada.

Perguntas frequentes

O DIU de cobre vai me deixar anêmica? O aumento do fluxo existe, por volta de 55% em doze meses no estudo de Milsom e colaboradores (1995), que não viu mudança nos estoques de ferro. Outras séries descrevem queda de ferritina. Se você já tem fluxo intenso ou anemia, o de cobre costuma não ser a minha primeira sugestão.

O hormonal engorda ou causa espinha? A liberação é predominantemente local e a quantidade que circula é pequena. Queixas de pele ou de peso aparecem em parte das usuárias e merecem avaliação individual, sem culpar o dispositivo por reflexo e sem descartar a queixa.

Tenho mioma. Posso usar DIU? Depende de onde ele está. Quando ele não altera o formato da cavidade, costuma não atrapalhar; o submucoso, que cresce para dentro do útero, exige olhar a cavidade antes.

Posso trocar de um para o outro? Pode. A troca segue o mesmo caminho da colocação, no consultório ou no hospital, com sedação (pelo plano, somente no hospital), e o que não funcionou orienta a escolha seguinte.

Algum dos dois protege contra infecção sexualmente transmissível? Nenhum. Essa proteção continua sendo do preservativo, que convive bem com os dois.

O DIU aumenta o risco de gravidez fora do útero? Em números absolutos, não: ele reduz a chance de qualquer gravidez. Mas, se a gravidez acontecer com o dispositivo no lugar, a proporção de gestações fora do útero é maior. Por isso todo atraso menstrual com DIU merece teste e avaliação.

Se quiser conversar sobre qual dos dois combina com você, me chame no WhatsApp (11) 93371-4477.

Referências

  1. Creinin MD, Schreiber CA, Turok DK, Cwiak C, Chen BA, Olariu AI. Levonorgestrel 52 mg intrauterine system efficacy and safety through 8 years of use. Am J Obstet Gynecol. 2022;227(6):871.e1-871.e7. DOI 10.1016/j.ajog.2022.05.022 · PMID 35569516
  2. Jensen JT, Lukkari-Lax E, Schulze A, Wahdan Y, Serrani M, Kroll R. Contraceptive efficacy and safety of the 52-mg levonorgestrel intrauterine system for up to 8 years: findings from the Mirena Extension Trial. Am J Obstet Gynecol. 2022;227(6):873.e1-873.e12. DOI 10.1016/j.ajog.2022.09.007 · PMID 36096186
  3. Guilbert E, Arguin H, Bélanger M. Extended duration of use of long-acting reversible contraceptives: Systematic review. Can Fam Physician. 2025;71(2):e35-e52. DOI 10.46747/cfp.7102e35 · PMID 39965971
  4. Bofill Rodriguez M, Lethaby A, Jordan V. Progestogen-releasing intrauterine systems for heavy menstrual bleeding. Cochrane Database Syst Rev. 2020;6(6):CD002126. DOI 10.1002/14651858.CD002126.pub4 · PMID 32529637
  5. Milsom I, Andersson K, Jonasson K, Lindstedt G, Rybo G. The influence of the Gyne-T 380S IUD on menstrual blood loss and iron status. Contraception. 1995;52(3):175-179. DOI 10.1016/0010-7824(95)00163-5 · PMID 7587189
  6. Chen BA, Eisenberg DL, Schreiber CA, Turok DK, Olariu AI, Creinin MD. Bleeding changes after levonorgestrel 52-mg intrauterine system insertion for contraception in women with self-reported heavy menstrual bleeding. Am J Obstet Gynecol. 2020;222(4S):S888.e1-S888.e6. DOI 10.1016/j.ajog.2019.11.1288 · PMID 31866516
  7. Nadai MN, Oliveira CS, Guazzelli CF, Brito M, Di Bella ZIKJ, Monteiro IMU. DIU-LNG e câncer de mama. Posicionamento FEBRASGO nº 2/2026. Femina. 2026;54(2):107-110. DOI 10.61622/0100-7254542202604
  8. World Health Organization. Medical eligibility criteria for contraceptive use. 6th ed. Geneva: World Health Organization; 2025. PMID 41325508
  9. Brasil. Ministério da Saúde. Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS. Relatório de Recomendação nº 1.066: ácido tranexâmico e dispositivo intrauterino liberador de levonorgestrel (DIU-LNG) para pacientes com leiomioma de útero com sangramento uterino intenso. Brasília: Ministério da Saúde; dezembro de 2025. gov.br/conitec
  10. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde. Portaria SCTIE/MS nº 7, de 8 de janeiro de 2026. Diário Oficial da União, nº 7, Seção 1, 12 jan. 2026, p. 66. Publicada como nº 101 e retificada para nº 7.
  11. Soares Júnior JM, Sartori MGF, Damásio LCVC, Wender MCO. Conitec aprova incorporação do ácido tranexâmico e do dispositivo intrauterino liberador de levonorgestrel ao SUS para tratamento de leiomiomas uterinos. Femina. 2025;53(10):1165-1167. DOI 10.61622/0100-72545310202503
Dr. José Ricardo W. Ristow, ginecologista

Dr. José Ricardo W. Ristow

CRM-SP 206.100 · MÉDICO · Ginecologista e Obstetra · RQE 114.593 · Responsável técnico

Medicina pela Universidade Cidade de São Paulo e especialização em Ginecologia e Obstetrícia pelo Hospital Pérola Byington.

Revisado por Dr. José Ricardo W. Ristow em 22 de outubro de 2026. Conteúdo informativo, que não substitui a consulta médica.

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